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MSNRM-EF: Uma oportunidade de acesso subaproveitada?

07 Outubro 2016
MSNRM-EF: Uma oportunidade de acesso subaproveitada?
A bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Ana Paula Martins, é uma das autoras de um trabalho de investigação sobre o mercado de Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica de Dispensa Exclusiva em Farmácia (MNSRM-EF) em Portugal e as sua perspetivas futuras de alargamento, tendo em conta a realidade em outros países europeus. O artigo original foi publicado na edição de setembro da revista científica “Acta Médica Portuguesa”.
A bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Ana Paula Martins, é uma das autoras de um trabalho de investigação sobre o mercado de Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica de Dispensa Exclusiva em Farmácia (MNSRM-EF) em Portugal e as sua perspetivas futuras de alargamento, tendo em conta a realidade em outros países europeus. O artigo original foi publicado na edição de setembro da revista científica "Acta Médica Portuguesa”.
    
Os autores analisaram o mercado de medicamentos classificados como MNSRM-EF ou com classificação equivalente em sete países europeus – Reino Unido, Dinamarca, Suécia, Noruega, Itália, República Checa e Portugal –, propondo uma lista preliminar das denominações comuns internacionais que reúnem características que justificariam a sua classificação, em Portugal, MSRM-EF.

O artigo concebe a reclassificação como MNSRM-EF de, pelo menos, mais 58 medicamentos, atendendo aos perfis de segurança e à realidade de outros países europeus onde existem medicamentos classificados da mesma forma.

Este trabalho possibilita uma reflexão acerca da pertinência do alargamento a nível nacional da disponibilidade de medicamentos com a classificação de MNSRM-EF, que pelas suas características e indicações terapêuticas a que se destinam, beneficiariam de um acesso sem necessidade de prescrição médica, garantindo a segurança na sua utilização.

A autoria deste artigo é de Elisabete Gonçalves, Ana Marcelo e Sérgio Vilão, por parte da Formifarma, de José Aranda da Silva, Bastonário da OF 2001-2007, por parte do INODES – Associação de Inovação e Desenvolvimento em Saúde Pública, e Ana Paula Martins, bastonária da OF, por parte da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa.

Consulte em anexo o artigo original publicado na "Acta Médica Portuguesa".