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Ordem apela a gestão mais criteriosa dos medicamentos para evitar ruturas

18 Março 2020
Ordem apela a gestão mais criteriosa dos medicamentos para evitar ruturas
A Ordem dos Farmacêuticos e os demais parceiros do setor farmacêutico apelam ao compromisso de todos os agentes e de todos os portugueses na gestão e uso responsável dos medicamentos durante o atual contexto da de pandemia de Covid-19, como forma de prevenir problemas na disponibilidade dos medicamentos a médio e longo prazo.
"Queremos garantir aos portugueses que os medicamentos de que precisam para viver nunca vão faltar”, disse a bastonária. Ana Paula Martins reconhece o esforço dos operadores do circuito do medicamento para "responder a inúmeras solicitações” e "garantir a distribuição de medicamentos em todo o território nacional, incluindo as regiões autónomas”.
 
"Já existem relatos da falta de alguns medicamentos”, alerta a bastonária, considerando que chegou a hora de todos assumirem o "compromisso com uma gestão mais criteriosa dos medicamentos, dos prescritores aos cidadãos, passando naturalmente pelos farmacêuticos”.

A Ordem dos Farmacêuticos apela a todos os agentes e a todos os portugueses para uma gestão mais responsável dos medicamentos e uma coordenação de esforços para continuar a garantir o acesso regular aos medicamentos. "O período pandémico que o País enfrenta requer uma responsabilização acrescida na aquisição de medicamentos, para que não venham a faltar medicamentos a quem deles precisa para viver”, defende a bastonária.

Estas preocupações são partilhadas pelas Ordens dos Médicos e dos Médicos Dentistas, a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma), Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (Apogen), Associação dos Distribuidores Farmacêuticos (Adifa), Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos (Groquifar), Associação Portuguesa de Importadores e Exportadores de Medicamentos (APIEM), Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), Associação Nacional das Farmácias (ANF) e Associação de Farmácias de Portugal (AFP).
 
Em conjunto, estas entidades assumem o compromisso com uma gestão criteriosa dos stocks de medicamentos, assim como a promoção do seu uso responsável junto dos cidadãos, solicitando moderação nas quantidades de medicamentos adquiridos pelos portugueses.
 
Também os farmacêuticos devem promover uma adequação das quantidades dispensadas aos utentes, em função da sintomatologia do caso concreto, da posologia e do tempo previsível de toma do medicamento. Devem assegurar o cumprimento do plano terapêutico, sem que para tal seja necessário dispensar quantidades excessivas da mesma substância ativa em simultâneo.
 
Os fabricantes, titulares de Autorizações de Introdução no Mercado (AIM) e distribuidores por grosso, assumem também, por seu turno, uma séria preocupação com o abastecimento do mercado nacional e uma gestão criteriosa dos seus stocks.

A Ordem apela igualmente a uma recorrência moderada às farmácias, solicitando aos cidadãos que só se desloquem às suas farmácias em caso de absoluta necessidade.

Consulte aqui a Circular Informativa emitida pelo Infarmed, que agrega as preocupações de entidades envolvidas.